OS JOVENS E A DEPENDENCIA
TECNOLOGICA
Como quase tudo na vida e com a
tecnologia não é diferente, precisamos
ter equilíbrio. Para saber usar as tecnologias a nosso favor e a favor
de uma sociedade melhor, é preciso usufruir dela sem exageros e com propósitos
do bem. A internet, as mídias sociais, os dispositivos móveis, os games e
outras tantas tecnologias são bons exemplos disso. A internet nos permite o
acesso a um mundo cheio de novidades, informações, conhecimentos,
entretenimento, ou seja, nos proporciona estudo, trabalho, diversão,
relacionamentos etc. de qualquer lugar, com qualquer pessoa, a qualquer hora,
mas ela é apenas uma ferramenta não pode se tornar nossa vida real, pois esse
mundo é virtual. A mesma coisa acontece com as redes sociais, que nos colocam
em contato com tantas pessoas, mas, ao mesmo tempo, nos tornam escravos, pois é
preciso “curtir” o que seus amigos postam, compartilhar, estar atento o dia
todo, ou melhor, o tempo todo, para não “perder” nada, nem ser excluído. Você
precisa participar dos grupos do Facebook, do LinkedIn, curtir as páginas,
estar no Whatsapp, no Viber, no Skype, no Wechat, no Instagram, no Twitter,
etc.
Assim como a alimentação,
esportes, estudos, festas tudo deve ter
um equilíbrio. O mesmo ocorre com a tecnologia. Os pais e os próprios jovens
precisam ser vigilantes do tempo dedicado ao mundo virtual para não comprometer
outras esferas importantes da vida, como
os estudos, os momentos em famílias, as viagens, as conversas com os amigos,
atividades de lazer na rua. Uma pesquisa mostrou que um jovem da geração
digital vai gastar até os 18 anos, apenas navegando em jogos, 20 mil horas. O
que preocupa é o tempo que os jovens estão mergulhados no mundo digital e seus
diversos efeitos na saúde física e mental: problemas de postura, alimentação, isolamento,
insônia, irritabilidade, riscos de contato com criminosos na internet,
ansiedade, etc. Assim como uma droga, a tecnologia pode viciar e causar
dependência. Esse é o grande desafio do uso da tecnologia hoje, saber usá-la a
nosso favor, para o nosso bem. Os pais são os responsáveis em educar e orientar
seus filhos sobre o uso da tecnologia e precisam estar sempre vigilantes. A
escola também tem um papel importante nesse desafio.
Uma boa solução para a dependência
tecnológica seria principalmente a conscientização de jovens mostrando que o
uso excessivo pode ser muito prejudicial á saúde. Quando houver o entendimento tanto
de família, escola e adolescentes algumas medidas podem começar a ser tomadas.
Um bom exemplo seria o controle de horas que cada indivíduo fica na internet,
assim criando uma rotina com restrições.
Por favor responda este breve questionário de 8 perguntas tendo sua maior parte de múltipla escolha. É uma enquete sobre dependência tecnológica proposta pelo componente curricular de robótica. Clique no link para entrar: https://goo.gl/forms/oDuCQtdZqn1rkqbU2
Fonte:
(Arthur Sandi Bauermann)
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